PORTFOLIO

arquitecta e urbanista | diana almeida silva | curriculum vitae | excertos portfolio | 2014

6.09.2014

PROTÓTIPOS COLDKIT
EM EXECUÇÃO 
(ESTRUTURA MISTA DE LAJE COLABORANTE E ESQUELETO METÁLICO, PAINEIS MODULARES COLDKIT)
PORTO



4.29.2014

PLANO URBANÍSTICO - ESCOLA de HOTELARIA de FÁTIMA

PLANEAMENTO E COORDENAÇÃO DE ESPECIALIDADES 
PAISAGISMO, ENGENHARIAS E ARQUITECTURA
Plano de Urbanização, Programa integrado de Infra-Estruturação e Arquitectura
Projecto Ambiental e Paisagístico - soluções inovadoras de redução de utilização de recursos hídricos, com reaproveitamento agrícola e pecuário.


 

4.23.2014

MASTERPLAN E TIPOS MODULARES - BAIXO CUSTO - OPTIMIZAÇÃO ARQUITECTÓNICA E URBANÍSTICA

JUN 2013 - à actualidade

. Construção de casas e equipamentos com produto industrial standard, obtendo baixos custos de operacionalização e resíduos nulos. 
. Alta performance térmica para climas temperados e quentes.
. T1 a T4+, escolas, hospitais, bancos, restaurantes
. Flexibilidade de soluções arquitectónicas e de materiais de acabamento exterior e interior.

3.06.2010



CASA CHAMUSCA | habitação unifamiliar
2010 | tiago soares lopes e ricardo ruivo

Lugar único e um programa com a sofisticação da simplicidade que se exige. Uma casa que é refúgio de fim-de-semana.

CASA ÍLHAVO | habitação unifamiliar
2010 | tiago soares lopes e ricardo ruivo

Condicionada por várias razões o programa é exigente com diferentes espaços necessários num lote estreito. A superação da limitação como mote de qualificação.

12.14.2008


COTTON STYLE | villepinte, paris
2008 | em colaboração com Tiago Soares Lopes e Ricardo Ruivo

Durante tres dias a Cotton Style - marca têxtil portuense, expõe na Villepinte, em Paris. Em função do exíguo espaço existente e da impossibilidade de alterar as estruturas existentes, definiu-se uma estrutura amovível, transportável por dois representantes da marca.Um espaço polivalente - apresentação, exposição, reunião, amostras, com um mínimo de recursos.

10.07.2008




CURRICULUM VITAE| Diana S. Almeida Silva
PÁG. 1'2 e PÁG. 2'2
2010| licenciatura f.a.u.p.

MOSTRA SINTÉTICA DE PROJECTOS REALIZADOS (resolução limitada das imagens)

CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008|em colaboração com Tiago Lopes, Ricardo Ruivo e Logiprojecto
A casa acompanha o declive suave do terreno, dispondo-se por três pisos, sendo que o intermédio relaciona os restantes através de meio piso. Um espaço de estar comum reservado e protegido do clima inóspito, sem retirar ao utilizador a paisagem que o outro constrói e este aprecia. Uma rentabilização da área numa maximização do espaço físico, relacionando a todos os níveis os diferentes ambientes interiores. A Norte, o caminho. A Sul, um ribeiro. A meio, as oliveiras. Acima, o céu. Entre todos, a casa. Estudo dos limites físicos, da luz e do conforto humano.

CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008


CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008



CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008

CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008

CASA MARES DE BAIXO| estremoz, alentejo
2008

OPORTO WATER TANKS| congregados
2008| em colaboração com José Tenreiro, Ricardo Ruivo e Tiago Lopes
Concurso público, nacional e internacional, de ideias de qualificação dos espaços e equipamentos das mães-de-água do Porto, a cargo da companhia Águas do Porto E.M.. Duas propostas de intervenção programática e de reabilitação física de alguns dos elementos presentes, redireccionando a sua funcionalidade urbana, além da original. Serpa Pinto e Congregados, o primeiro como uso local - desportivo e infantil, ao nível térreo; o segundo com usos mistos e de programa mais alargado até à altura panorâmica do último tanque, sob uma apropriação economicamente sustentada.

OPORTO WATER TANKS| congregados
2008

OPORTO WATER TANKS| congregados
2008

OPORTO WATER TANKS | serpa pinto
2008|
em colaboração com José Tenreiro, Ricardo Ruivo e Tiago Lopes

OPORTO WATER TANKS| serpa pinto
2008



ARQUITECTAR 2007| home sapiens
2007|
em colaboração com Carlos Janeco, Ricardo Ruivo e Tiago Lopes
A redução à estrutura e infra-estrutura mínimas a um ponto comum que suporta toda célula primária por tracção, sob uma modulação do espaço e dos elementos construtivos, permite conceber um princípio de combinação espacial ilimitada. a sua possível reutilização, o aumento ou diminuição das áreas evoluem em função da necessidade dos grupos familiares e da sua noção de habitat. A proposta Home Sapiens propõe a maximização das vantagens da construção e produção de materiais industriais com a libertação das possibilidades espaciais que se pretendam admitir no projecto da habitação, personalizáveis a cada hipótese.

ARQUITECTAR 2007| home sapiens
2007




ARQUITECTAR 2007| home sapiens
2007

ARQUITECTAR 2007| home sapiens
2007

ARQUITECTAR 2007| home sapiens
2007

pormenor construtivo da solução

ALTO DA ARRÁBIDA| habitação de estudantes no Porto
2003

Habitação e espaço colectivo privado. Cinco módulos habitacionais com respectiva relação com as áreas comuns. Uma primeira abordagem à qualidade material e à construção da escala, em implantação difícil com a escarpa da Arrábida, na Rua do Gólgota. A diferenciação ambiente com a diferenciação espacial, em função da discrepância de cotas no terreno.

LUGAR DA CARCEREIRA| projecto urbano na cidade do Porto
2004

Intervenção urbana, com programa misto habitacional, comercial e administrativo, propondo a continuidade circulatória e a definição de espaços públicos adjacentes à habitação privada e à cidade.
Concentração de escritórios e alguma habitação em torre de 12 pisos, e, habitação, de diferentes tipologias, em seis pisos intercaladas com espaço público e comércio. Introdução de massa arbórea, estudo da relação com as preexistências de outras dimensões e pontos de encontro da circulação automóvel com diferentes cargas urbanas.

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPINHO|equipamento e espaço público
2005
Implantação de equipamento colectivo, com um programa de Biblioteca Municipal, Sala de Conferências e Exposições, cafetaria, na frente marítima de Espinho. Valorização do espaço público térreo, com a possibilidade de circulação cruzada e contínua neste nível e permeabilidade visual dos utilizadores. ao longo das diferentes circulações. Definição e qualificação da praça e alargamento do espaço poente, já apropriado pela população para eventos exteriores, directamente relacionados com este edifício, a Igreja a Norte e o Centro Cultural a Nascente.

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPINHO
|equipamento e espaço público

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ESPINHO| equipamento e espaço público

ESPOSADE|operação de transformação urbana Vale Leça
2006
Intervenção no âmbito da estruturação de espaços públicos do Vale do Leça, Matosinhos, em conformidade com a requalificação ambiental, a introdução de plataforma logística e na relação com o sistema de transportes públicos colectivos, neste caso o metro.Pormenorização do perfil construtivo dos acessos, praças e equipamentos públicos, bem como do mobiliário e de toda a infra-estrutura urbana.

ESPOSADE|operação de transformação urbana